O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) rejeitou, na segunda-feira (10), recurso da Cargill e manteve a proteção judicial ao Grupo Montesanto Tavares (GMT), que se mantém blindado contra execuções de dívidas por mais 30 dias. A decisão, assinada pelo desembargador José Eustáquio Lucas Pereira, da 21ª Câmara Cível Especializada, é mais um capítulo na batalha judicial envolvendo um dos maiores exportadores de café do Brasil, que busca reestruturar dívidas de R$ 2,13 bilhões.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) rejeitou, na segunda-feira (10), recurso da Cargill e manteve a proteção judicial ao Grupo Montesanto Tavares (GMT), que se mantém blindado contra execuções de dívidas por mais 30 dias. A decisão, assinada pelo desembargador José Eustáquio Lucas Pereira, da 21ª Câmara Cível Especializada, é mais um capítulo na batalha judicial envolvendo um dos maiores exportadores de café do Brasil, que busca reestruturar dívidas de R$ 2,13 bilhões.